“Uma das biopsias revelou que tinha cancro”

“Durante nove meses, fui seguida no hospital, onde me fizeram diversos exames, mas sempre com resultados inconclusivos.

Devido a este problema de saúde, sentia-me sempre muito cansada, sem forças e parecia que tinha uma bola de golfe no pescoço. Finalmente, uma das biopsias que fiz revelou que tinha cancro, um linfoma no pescoço. A partir daí, passei a ser seguida no IPO, onde a médica chegou ao ponto de me dizer que se eu tivesse uma dor de garganta morria, pois a bola que eu sentia estava a tapar-me metade da garganta.

Fiz um primeiro tratamento de quimioterapia durante seis meses, bastante agressivo. Quando cheguei à Igreja Universal estava já no segundo tratamento, porque o primeiro não tinha resultado. Aliás, nem os meus pais, nem o meu marido souberam, mas a médica tinha-me dito que se este segundo tratamento não funcionasse, não poderiam fazer mais nada por mim.”

A solução. “Um dia, no meio da publicidade, o meu filho viu um panfleto da Igreja Universal que lhe despertou a atenção e deu-mo. Eu, que já tinha visto programas da Igreja, decidi ir. Tinha acabado de sair de um tratamento, depois de ficar três dias internada, porque o segundo tratamento era muito mais agressivo, e fui do IPO diretamente para a Igreja. Então, comecei a participar nas reuniões pela minha saúde, colocando a minha fé em prática.

Uma semana depois de ter entrado na Igreja, tinha de fazer um exame que iria constatar se o cancro estava ou não a regredir, se os tratamentos estavam ou não a resultar. Mas a médica disse-me que teria de repetir o exame, pois o resultado estava errado. Repeti o exame e o tumor tinha realmente desaparecido! Acabaram-se todos os sintomas, o cansaço desapareceu e voltei a ter forças, tudo a partir do momento em que entreguei a minha vida no Altar.

A minha saúde hoje é completamente normal! Se antes tinha dores constantes nos ossos, porque a quimioterapia destrói os ossos, agora não tenho nenhumas. Para além disso, tinha pouca força do lado esquerdo, que era o lado onde tinha o tumor, e agora é onde tenho mais força. Estou totalmente curada!”

Ana Cláudia Universal Portugal

Fonte: Folha de Portugal