Dia da Justiça

Não existe nada pior do que uma injustiça, pois esta é de facto a pior dor que um ser humano pode sentir, que o diga Jó, que tinha perdido todos os seus bens, os seus filhos, a sua dignidade, a sua saúde e, inclusive, a sua mulher tinha-lhe pedido que amaldiçoasse o seu Deus.

A sua situação era tão crítica que as pessoas ao passarem por ele balançavam a cabeça em sinal de “coitado”. Mas Jó pensava: “o que é que eu fiz para sofrer tudo isto? Fui íntegro, reto, temi a Deus e desviei-me do mal. Tudo fiz para agradar a Deus.” E muitos hoje também afirmam: “eu plantei justiça e estou a colher injustiça; eu fiz o que é bom, mas o que eu mais temia me sobreveio.”

Por este motivo, Jó disse: “a minha queixa é a de um revoltado”, pois ele precisava encontrar o Tribunal do Deus. Como os seus argumentos não seriam suficientes, havia uma grande necessidade de apresentar a sua prova de fé a um Deus justo.
Para Deus, Jó era um modelo de uma pessoa íntegra, justa, correta e temente, para que o diabo pudesse ver ao ponto de dizer “alguém como o meu servo Jó?”. Por uma questão de justiça, por Deus ser justo, Ele tinha que fazer justiça e assim fez. Ele mudou a vida de Jó, deu-lhe o dobro de tudo que ele havia perdido.

Talvez, neste momento, você esteja a gemer com a dor da injustiça: ao ver o seu filho nas drogas; o seu esposo sair de casa ou a viver como se não fosse um homem casado; a sua vida financeira ir de mal a pior, mesmo estando a trabalhar. Por isso, neste dia 17 de setembro, procure a Igreja Universal mais próxima da sua casa, onde terá a oportunidade de apresentar a sua prova de fé diante do trono do Justo Juiz e Deus fará justiça.

Venha participar neste domingo, onde terá a oportunidade de apresentar-se diante do Justo Juiz.

Horários: 8h, 10h ou 18h

Universal na Sede Nacional
Place de Strasbourg, 4
(Próximo à estação de comboios no Luxemburgo)

E em todos as igrejas Universal do país

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